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Videoteca: Simona Minisini (fusion)

10 dez

 

As fusões vão entrar com tudo aqui no Cadernos. Esquentando os motores, a videoteca de hoje traz a apresentação da italiana Simona Minisini, que mistura elementos do flamenco, tango, balé e da dança do ventre.

A combinação está presente desde a roupa escolhida, com a enorme fenda lateral, até os passinhos. Chutes, arabesques, mãos abertas e onduladas e o corpo bem alongado são algumas destas marcas.

No vídeo, ela interpreta a música “Hayert Albi Maak”, famosa na voz de Oum Kalthoum, no show de Gala do Ahlan Wa Sahlan 2010, promovido por Raqia Hassan. Ótima oportunidade para entrar no mundo das fusões e, claro, de sair um pouco das américa do Norte e Sul e do circuito árabe para conhecer uma bailarina italiana.

Veja + Videoteca aqui

Evento: workshop dança do ventre moderna

16 out

Meninas, mais uma ótima dica. Que tal estudar um pouco de dança do ventre moderna? Você sabe o que é? São todas as modalidades de fusão com outros estilos de dança, como tango, salsa, samba, techno, street dance, pop e por aí vai. Neste workshop, a bailarina Mahira Hasan falará sobre figurino, música e, claro, sobre a interpretação.

A Mahira já apareceu aqui no Cadernos em uma videoteca sobre a preocupação com o público na hora de dançar. Ela tem 10 anos de experiência como bailarina, coreografa, professora e produtora.

Com quem? Mahira Hasan
Quando? 24/10 (domingo), das 10h às 13h
Onde? Elis Pinheiro Estúdio de Dança do Ventre – Rua Arthur de Azevedo, 551 – Pinheiros
Quanto? R$ 110,00 (à vista); R$ 58,00 ( 2 vezes) ou R$ 42,00 (3 vezes)
Mais informações: (11) 3063-5773 ou elispinheiro.estudio@gmail.com

Alika

30 set

Neste vídeo, vemos a espanhola Alika dançando taqsim (em breve no blog) e o ritmo baladi na Espanha, em 2005, durante o BellySurdance.

Alika iniciou seus estudos na dança clássica com apenas três anos de idade. Foram anos nesta modalidade e também foi dançando flamenco que esta bailarina se interessou pelas danças de diversas culturas. A paixão pela dança do ventre foi imediata e logo aprendeu com grandes nomes como Fadua Chuffi, Lenna Beaty e Samara Hayat.

Não demorou muito para viajar ao Egito e conhecer a mestra Raqia Hassan. Logo após foi para Buenos Aires na Argentina, onde treinou com Amir Thaleb, Sarata, Maiada e Saida. Sem contar as aulas particulares com Jilina, Aziza e Randa Khamel. Já deu para entender que Alika captou diversos estilos e criou o seu próprio, certo? Vimos um vídeo desta bailarina aqui no blog quando falamos de giros na nossa videoteca. Alika trabalha o giro Sufi (relembre aqui) e também com o estilo clássico da dança do ventre.

Atualmente, Alika estuda as fusões da dança do ventre como o tango e flamenco e é mestra da casa de dança “Alika Danza“, a primeira escola espanhola especializada em Andalucia. Desde maio de 2004 cria, dirige e produz o festival internacional de dança oriental chamado BellySurdance.

Ela divide todo o seu aprendizado em workshops e seminários pela Espanha, México, Argentina e Brasil e já participou de festivais internacionais como Etnosur’04 e Etnosur’07; o World Music da Europa; X Encontro Internacional de Danças Árabes de 2008, realizado em Buenos Aires e veio ao Brasil em 2009 para o X Festival Internacional Luxor, em São Paulo.

Alika é bem tradicional na hora de se vestir para suas apresentações. Roupa de duas peças com cinturão carregado e bustiê com franjas são sua marca registrada quando vai dançar música clássica ou derbake. Geralmente, é de uma cor só, como dourado e lilás, e seus cabelos vermelhos costumam ficar soltos para dar graça aos movimentos que faz com a cabeça, típicos do zaar. Falando em movimentos, eles são bem grandes.

Alguns dizem que são exagerados, mas nota-se a característica comum das argentinas e algumas bailarinas espanholas quando Alika dança. Elas conseguem ocupar todo o palco e parecem ter mais de dois metros de altura justamente porque mantém a postura perfeita e fazem os movimentos de braços e ondulatórios bem grandes para que todos possam ver. Suas batidas são bem marcadas e a expressão é mais neutra, coisa que os egípcios não gostam muito.

No vídeo acima, vimos Alika na dança árabe clássica, agora confira o derbake da espanhola apresentado em 2008 no México.

Veja + Bailarinas aqui

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