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Curso: Especialização em danças árabes

15 ago

Meninas se vocês querem seguir carreira na área de dança é bom começar a se focar em cursos, workshops e em tirar um DRT. A sugestão desta vez é o curso de especialização em danças árabes oferecido pela escola ShivaNataraj. Funciona assim: antes de você entrar, passará por uma avaliação de nível. Se já tiver o nível técnico, você terá um diploma reconhecido ao final. Caso não tenha, após a especialização você receberá um certificado.

 

O time de professores é um sucesso e é comandado pela professora Kelly Obara. As aulas são teóricas e práticas e são oferecidas em dois módulos que duram aproximadamente 6 meses. Parece bem legal, pois os horários são bem fáceis de conciliar com as suas atividades do dia a dia. E se achar que não vai dar conta de fazer tudo ainda pode pegar só algumas aulas, como se fossem workshops. Importante: o curso já começou, mas ainda dá tempo de participar. O programa com o conteúdo completo das aulas pode ser visualizado aqui.

Com quem? Kelly Obara, Vanessa Veiga, Maurício Mouzayek,Micheli Nahid, Mahaila el Helwa, Paulo Razec, Fadwa Saide, Lêda Toda, Najwa Zaidan, Ana Claudia Borges, Samantha Nunes, Dana El Fareda e Rose dos Véus.
Quando? A partir de 30/07/2011
Onde? Shiva Nataraj – Rua Bom Sucesso n. 1119 – Tatuapé
Quanto? A escola não informou os valores.
Mais informações: (11) 2296-8969 ou 2295-7892

A dança do ventre como profissão

8 fev

Mocinhas, um assunto muito importante quando se fala em dança em geral, em especial, a dança do ventre é a questão da profissionalização. Para trazer o tema à tona, publicamos abaixo um artigo muito interessante para levantar a discussão. O que você, aluna e professora acha? Deixem seus comentários!

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Por que não se profissionalizar?

Tenho observado muito, durante todos estes anos em que estive envolvida em danças e em especial danças árabes, que existe uma resistência muito grande entre os “profissionais” da área em assumir legalmente sua profissão, ou seja, professor de dança ou dançarino.

Talvez essa resistência seja cultural, devido aos preconceitos sofridos dentro de uma sociedade excessivamente material, em que a arte não é reconhecida como uma profissão, mas apenas um passatempo ou terapia. Essa crença que vem nos perseguindo há séculos, faz parte do inconsciente coletivo no qual estamos imersos e de alguma forma está enraizada em nossas mentes.

Através da observação e várias experiências, consegui ampliar minha estreita visão e chegar a conclusão de que, enquanto dançarina e professora de dança, estive durante muito tempo me defendendo dos questionamentos da sociedade com relação ao sucesso material que essa carreira deveria trazer. Esse movimento me levou a autodefesa que me impelia atacar os poucos e frágeis meios duramente erguidos de tentativa de oficialização desta profissão.

Hoje consigo perceber que somos carentes de um sindicato mais atuante, de uma associação de classe, de oficialização da profissão, de educação profissional, de exercício de direitos e deveres, ou seja de cidadania.

Minha intenção não é criticar o que já foi conseguido a duras penas com o empenho de algumas pessoas, mas sim provocar em você, professor, dançarino, uma profunda reflexão livre de preconceitos, sobre por que não assumir legalmente esta profissão.

Se eu quiser reconhecimento legal do meu trabalho tenho que começar por me auto-reconhecer como profissional. Empenhar-me e investir para conseguir um diploma registrado em órgão competente, buscar inscrição em entidade de classe, e acima de tudo, pagar meus impostos referente a receita que obtive com minha profissão. Daí sim, com o peito aberto, vou preencher o campo “profissão” no formulário de abertura de crédito como: Instrutor de Dança, Bacharel em Dança, Dançarino Profissional.

Você leitor pode estar pensando neste momento: “Um diploma não quer dizer nada. Existem várias pessoas com diploma que na prática não são bons profissionais”. Eu concordo plenamente com você, porém, deixo a seguinte pergunta: “Você acha mesmo que todo engenheiro que sai da faculdade é um bom profissional”?

A questão não é o diploma ou o DRT, ou seja lá qual for a oficialização, a questão é: Se você é um professor ou dançarino que tem anos de estudo e ótimo desempenho, porque não oficializar sua profissão? Por que queremos viver de dança, mas “temos que fazer uma faculdade por conveniência”?

Hoje são inúmeros os dançarinos e professores de dança que temos no Brasil, dentre estes existem grandes profissionais que deram seu melhor para a elevação do padrão de qualidade, através da busca comprometida de informações, de viagens internacionais, de pesquisa, etc.. Temos que agradecer estes profissionais pela grande contribuição que nos trouxeram e continuar com esse processo de evolução, do qual não podemos fugir.

Pesquise os inúmeros benefícios que estas ações podem trazer para a sua carreira. Imagine sua vida daqui a 10 ou 15 anos. Auto eduque-se. Busque informações jurídicas, saiba mais sobre o exercício de cidadania.

Construa o seu legado, se perceba além de dançarino, faça a diferença! Um diploma sem talento não muda muita coisa. Um diploma com talento pode mudar uma sociedade!

** Escreveu este artigo: Fernanda Payão – Iniciou os estudos em dança árabe com a professora Sâmara, em 1998. Integrou o Grupo Souham de Dança do Ventre durante 7 anos. Desde 2001 é proprietária e professora do Shiva Nataraj Danças e Práticas. Dirige o Grupo Lakhi de DOC (Dança Oriental Contemporânea).

OBS. O artigo foi publicado na íntegra, com autorização da autora. O Cadernos de Dança não se reponsabiliza pelo conteúdo do mesmo, colaborando apenas para a divulgação de informações sobre a dança do ventre.

Evento: Curso de derbake

29 jan

Meninas, já falamos aqui sobre o instrumento, a experiência de tocá-lo até mesmo apresentamos em uma Videoteca com a percussionista Raquy Dazinger. Pois bem, se você tem interesse em tocar este instrumento, este curso pode ser muito bacana.

Você aprenderá um pouco mais sobre o derbake e sua história no Brasil. Conhecerá as formas corretas de fazer os toques básicos, afinal, não basta bater no derbake e como fazer transições. Além disso, vai ter noções de tempo, compasso e, fundamental, postura para tocar. O material didático inclui gravações em MP3 para estudo dos ritmos soudi, baladi, ayub, saidi, masmoudi, laff, rush e floreados. Quem concluir o curso que se inicia em 12/02 terá um certificado. Corram, pois as turmas terão no máximo 10 alunos.

Com quem? Ruka
Quando? de fevereiro a julho, de quinze em quinze dias, aos sábados. Das 13h30 às 15h ou das 15h às 16h30.
Onde? Shiva Nataraj – Rua Bom Sucesso n. 1119 – Tatuapé
Quanto? R$ 150,00 (mensal) ou R$130,00 (promocional para alunos do curso técnico da escola)
Mais informações:11) 2296-8969 ou 2295-7892

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