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Videoteca: Ísis (transição pelos ritmos)

15 abr

A mexicana Ísis já apareceu aqui na videoteca, na época do 11° Fiel (Festival Internacional das Escolas Luxor). Desta vez, repetimos a dose com esta bailarina para tratar de um outro tema, comum em diversos posts aqui do Cadernos.

No vídeo de hoje, destacamos a transição entre os diversos ritmos em uma música. Esta é uma característica das músicas clássicas, que nós já estudamos em “Como montar uma coreografia de clássico” e em “Estrutura da música clássica”. Para ilustrar este tema, optamos por uma música pouco conhecida. Note como a bailarina sai de um ritmo para o outro, com destaque para o início, um ritmo pouco comum. Uma graça de performance, não é mesmo?

Por isso, papel e caneta na mão! Para ajudar na hora que der aquele branco, acesse nossa lista de ritmos.

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Videoteca: Ísis

26 nov

Quem esteve no 11° Fiel (Festival Internacional das Escolas Luxor) conheceu um pouco mais do trabalho da mexicana Ísis. A moça esteve em terras brasileiras pela primeira vez e é uma das bailarinas mais conhecidas do seu país. Afinal, é famosa por participar do festival internacional de Amir Thaleb. Também foi responsável pelo evento Tapis Rouge, realizado em agosto na Cidade do México.

Durante o Fiel, seu workshop foi sobre solo de derbake. Há quem diga que a aula e sua apresentação foi fraca. Por outro lado, muitos elogiaram a performance e que ela liberou a gravação da sequência ao final da aula. Aliás, se quiser saber mais sobre os workshops você pode acessar o site oficial ou blogs. Quem não foi, pode aproveitar para apreciar a sua dança na videoteca de hoje.

E você, esteve no Fiel? Deixe aqui a sua opinião sobre a passagem de Ísis pelo Brasil.

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Alika

30 set

Neste vídeo, vemos a espanhola Alika dançando taqsim (em breve no blog) e o ritmo baladi na Espanha, em 2005, durante o BellySurdance.

Alika iniciou seus estudos na dança clássica com apenas três anos de idade. Foram anos nesta modalidade e também foi dançando flamenco que esta bailarina se interessou pelas danças de diversas culturas. A paixão pela dança do ventre foi imediata e logo aprendeu com grandes nomes como Fadua Chuffi, Lenna Beaty e Samara Hayat.

Não demorou muito para viajar ao Egito e conhecer a mestra Raqia Hassan. Logo após foi para Buenos Aires na Argentina, onde treinou com Amir Thaleb, Sarata, Maiada e Saida. Sem contar as aulas particulares com Jilina, Aziza e Randa Khamel. Já deu para entender que Alika captou diversos estilos e criou o seu próprio, certo? Vimos um vídeo desta bailarina aqui no blog quando falamos de giros na nossa videoteca. Alika trabalha o giro Sufi (relembre aqui) e também com o estilo clássico da dança do ventre.

Atualmente, Alika estuda as fusões da dança do ventre como o tango e flamenco e é mestra da casa de dança “Alika Danza“, a primeira escola espanhola especializada em Andalucia. Desde maio de 2004 cria, dirige e produz o festival internacional de dança oriental chamado BellySurdance.

Ela divide todo o seu aprendizado em workshops e seminários pela Espanha, México, Argentina e Brasil e já participou de festivais internacionais como Etnosur’04 e Etnosur’07; o World Music da Europa; X Encontro Internacional de Danças Árabes de 2008, realizado em Buenos Aires e veio ao Brasil em 2009 para o X Festival Internacional Luxor, em São Paulo.

Alika é bem tradicional na hora de se vestir para suas apresentações. Roupa de duas peças com cinturão carregado e bustiê com franjas são sua marca registrada quando vai dançar música clássica ou derbake. Geralmente, é de uma cor só, como dourado e lilás, e seus cabelos vermelhos costumam ficar soltos para dar graça aos movimentos que faz com a cabeça, típicos do zaar. Falando em movimentos, eles são bem grandes.

Alguns dizem que são exagerados, mas nota-se a característica comum das argentinas e algumas bailarinas espanholas quando Alika dança. Elas conseguem ocupar todo o palco e parecem ter mais de dois metros de altura justamente porque mantém a postura perfeita e fazem os movimentos de braços e ondulatórios bem grandes para que todos possam ver. Suas batidas são bem marcadas e a expressão é mais neutra, coisa que os egípcios não gostam muito.

No vídeo acima, vimos Alika na dança árabe clássica, agora confira o derbake da espanhola apresentado em 2008 no México.

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