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Videoteca: Alexandra (Grécia)

8 abr

Chegou a hora de falarmos grego. Pois é, zapeando pelo youtube encontramos esta bailarina chamada Alexandra que parece ser o grande furor grego da atualidade.

Assistindo ao vídeo notamos uma semelhança com as argentinas: movimentos grandes e forte. Mas, ao contrário das latino americanas, o ponto forte é a ondulação de braços e não marcações de peito ou quadril.

Alexandra inicia com dois véus. O wings pendurado nos ombros e enrolada em outro véu de seda. Ela se apresenta, revelando a sua roupa e até demora para usar o wings mostrando um pouco da sua técnica de dança de ventre.

O impressionante é que ela faz com que os wings, feito de material comum e não de seda, fiquem bem leves. Parece que é simples trabalhar com este véu. Por causa do trabalho de braços que para muitos é exagerado, com o véu fica com o efeito maravilhoso. Muito bom pra gente estudar.

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Zeibek

14 fev

Apesar de ter a mesma origem, o ritmo Zeibek é muito diferente do Karsilama. O Zeibek é usado pelos gregos e uma dança chamada Ziembeikiko, tradicional da Grécia e comumente apresentada por um homem dançando com um copo na mão simbolizando a dança do bêbado.

Esta dança também era conhecida como a dança do sofrimento da guerra, mas com o passar dos anos este sofrimento passou para o amor.

Características
É um ritmo mais lento que soa duas vezes como um ritmo básico, o maksoum por exemplo, de quatro tempos somados mais um tempo.

Composição
Composto por 9/4, ele aparece agrupado como 4+4+1.

DUM TA_TA DUM TA DUM TA_ TA DUM TA TA

Este último TA, dá aquela batida extra que torna este ritmo tão singular.

Como treinar
Com seus snujs, bata o dum com uma das mãos e o ta com a outra. Não esqueça que o símbolo “_” representa um pausa deste ritmo.

Dica de passos
Sequências de impacto costumam ser usadas ao dançar este ritmo ainda mais que a marcação final é dorte. Você pode brincar com deslocamentos ou marcações totais, parciais e até unitárias.

Mescle movimentos ondulatórios com batidas sem esquecer de trabalhar braços, peito e deslocamentos para evitar que os passos fiquem presos ao quadril.

Cítara

30 nov

De origem grega, cítara (sitar, kithaar,qitara, kithara. kaithaar, cithara ou qhitara) é um instrumento de cordas que parece metade guitarra e metada harpa. Ele possui a estrutura do dorso da guitarra atual que lembra uma harpa por causa da disposição das cordas.

Era muito comum na região da Ásia menor e os músicos que o tocavam eram chamados de citharedes. A sua caixa de madeira é composta por cavidades, lisas ou arqueadas, que fazem a ressonância do som. Além disso, possui “costelas” no centro ou nas laterais que ligam as cordas, que podem ter seu número variado, ao topo e dão sustentação ao instrumento.

As cordas ficam presas sobre essas barras com pinos e na outra extremidade há uma pequena corda que chamam de cauda, usado para tocar. Pode ser tocado com os dedos ou uma palheta rígida.

A cítara era muito tocada em recitais, rapisódias, odes e músicas euruditas, mas também era encontrada em banquetes da alta sociedade. Diz a lenda que as ninfas dançavam ao som deste instrumento e deve ser por isso que foi incorporado à dança do ventre.

Aqui, ela costuma aparecer em taqsins ou entradas de músicas. Os passos geralmente envolvem movimentos com tremidos muito bem sincronizados com a melodia deste instrumento.

Assista ao vídeo e saiba mais sobre como tocar este instrumento que já ganhou novos formatos como a atual guitarra.

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