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Videoteca: Lunah

22 out

No vídeo acima, vemos a bailariana e professora de dança do ventre Lunah. Poderíamos analisar muita coisa a partir desta apresentação: postura, o que destacar da música na hora de dançar e velocidade. Mas são temas que nós já vimos na nossa videoteca.

Não tem problema. Sempre é bom estudar mais, mas desta vez queremos destacar outro aspecto importante na dança do ventre: braços.

Pois é, eles servem para muita coisa durante a dança. São como a moldura de um quadro, aparecem ali para destacar o que queremos que seja visto. Além disso, já ouvimos dizer que “mudou o passo, mude o braço”.

Regrinha clássica para manter uma coreografia harmonia é não deixar os braços sempre na mesma posição.

Observem como a Lunah trabalha com eles. Os movimentos variam entre suaves e fortes e a transição de posição acompanha a melodia da música. Sem contar que combina muito bem com os passos feitos por esta bailarina.

Na hora de montar uma coreografia, não se esqueça deles. São tão importantes quanto a postura e os passos que você vai usar. Se ficar muito difícil, crie os passos e depois pense o que fazer com eles para deixar o movimento bem harmonioso.

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Videoteca: Hafiza (velocidade)

8 out

No vídeo acima, vemos a professora e bailarina de dança do ventre brasileira chamada Hafiza. Escolhemos este vídeo para poder falar sobre mudanças sutis na velocidade de uma música e como lidar com essas diferenças que para leigos podem ser imperceptíveis.

Logo quando começamos a dançar, sabemos da dificuldade de escolher marcar ritmo, melodia ou seguir voz, mas com o passar do tempo vemos que a música é tão rica que muitas vezes o detalhe está na mudança da velocidade do ritmo.

Observe como Hafiza entra. Nada de deslocamentos grandes, ela brinca com as batidas e tremidos. A música dá o seu primeiro clímax que a bailarina dança com o básico egípcio. Quando nos acostumamos com a velocidade tranquila da dança, nota-se uma aceleração e veja como Hafiza acompanha isso sem parecer desesperada. É tudo muito sutil. Ainda mais quando a música fica mais lenta do que estava no início. As paradas nem sempre precisam ter marcações fortes, você pode simplesmente ir com calma e naturalidade.

Hafiza dançou esta coreografia em 09 de novembro de 2008 durante a festa árabe realizada pela escola Luxor de dança do ventre, em São Paulo.

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Boá

6 out

O boá como acessório de moda foi uma criação de Henri Bendel, estilista norte-americano, e é utilizado pelas mulheres ao redor do pescoço como se fosse um cachecol. A primeira vez que se tem notícia de um objeto que parece o boá  foi em 1820. De lá para cá, entrou e saiu de moda diversas vezes. Nos anos 70 ficaram consagrados por causa da era Disco.

Os boás ganharam a fama de objetos sensuais, usados muitas vezes em books para despertar aquela sensualidade. Infelizmente, não há registros de como ele foi incorporado na dança do ventre, mas sabemos que normalmente são de penas, bem coloridos e aparecem apenas para fazer graça.

Podem ser de uma cor só ou mesclados, possuem diversos tamanhos e costumam surgir em apresentações modernas. Para dar destaque a este acessório, use e abuse de movimentos de braços e pendure-o no pescoço, mantendo ele preso às mãos para que ele fique bem em evidência.

Para ilustrar seu uso pop, selecionamos um vídeo gravado em 09 de novembro de 2008 durante a festá árabe da escola Luxor de dança do ventre. O show fica por conta das alunas que, na época, eram do nível intermediário. A coreografia é de Zohara El Shaddai, que já apareceu por aqui com a dança da cobra.

Vocês dançariam com o boá?

Existe um segmento da dança do ventre chamado Burlesque que mistura a dança árabe com o estereótipo das casas noturnas do século XVIII, brincando com a mulher melindrosa. E, é claro, que o boá aparece para dar aquele charme. Assista no nosso canal do youtube.

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