Tag Archives: derbacke

Videoteca: derbacke com sapateado

10 jun
O mundo das fusões na dança do ventre praticamente não tem limites. Você já pensou em misturar sapateado com dança do ventre? Pois é, a bailarina Shahdana e os dançarinos The Lombard Twins não só pensaram nisso como optaram pelo derbacke. Não é muito difícil de imaginar como isso surgiu, afinal, a trajetória da moça começou com danças diversas, como hip hop e jazz. Os argentinos começaram a carreira inspirados por Michael Jackson e daí para frente foram para a televisão, mas foi em Nova Iorque que se especializaram no sapateado (Tap Dance).
Prato cheio para quem curte conhecer novas fusões, o vídeo da semana mostra os rapazes caprichando no “derbacke”, enquanto Shahdana faz passinhos que todas nós conhecemos. Batidas de peito e de quadril, camelo, ondulações e muitos shimmies fazem parte da apresentação. Existem outras fusões, especialmente em grupo que usam músicas como acompanhamento, já aqui os irmãos Martin e Facundo preferem deixar tudo por conta deles próprios.
Agora passamos a bola para vocês. O que acharam da mistura? Ficou legal ou não? Já conheciam?
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Dohola

31 ago

O derbake, que já foi tema de post aqui do Cadernos, é um instrumento muito conhecido, seja pelo seu formato ou pelo uso em solos de percussão. Já a dohola (doholla) também possui a forma de um banquinho e, à primeira vista, é muito semelhante ao derbake. Mas não se engane com as aparências, pois apesar disso, é maior, mais larga e produz um som grave.

Em uma escala de tamanho, o derbake é o menor, seguido pelo sombati e pela dohola, maior de todos e com um bocal de circunferência maior. É justamente o tamanho do bocal que irá produzir um som mais grave. Em geral, é usada como base para os solos de percussão enquanto o derbake faz os floreios, tanto nas músicas libanesas quanto nas egípcias. Por isso, precisa ter um som bastante limpo.

Antigamente, era feita somente em argila revestida de pele de carneiros, cabras e peixes. São pesadas, o que dificulta o transporte. Como são feitas de peles de animais, precisam ter condições adequadas para manutenção da afinação. A estrutura em cerâmica colabora para a pureza do som, em especial, para a marcação dos DUMs. Por este motivo, são mais usadas em gravações de músicas do que nos espetáculos.

A dohola em alumínio e nylon, por sua vez, é mais recente e é comuns em shows, dado ao seu peso mais leve, à resistência e manutenção da afinação. A ressonância do som, porém, não é muito querido pelos músicos.

No Brasil, a dohola mais antiga foi criada por Fuad Haidamus em 1983. Na época, ele optou por confeccioná-la em argila e pele de cabrito, segundo o site do músico Vitor Abud Hiar.

Acesse o nosso canal do Youtube e conheça como é uma dohola mais tradicional. No vídeo abaixo, ouça o som de uma dohola sintética. Depois, acesse o post sobre o derbake e compare-os, para notar bem as diferenças. Você nunca mais vai confundi-los.


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Dica: como tocar derbake

29 ago

Aqui no Cadernos o derbake já foi tema de diversos posts. Já falamos do instrumento musical, da improvisação na dança com derbake e, claro, do famoso solo de derbake, com o exemplo da bailarina Sonia.

Estes dias, pesquisando na internet, encontramos o site do músico Ives al Sahar. Ele criou um método intuitivo para tocar este instrumento. É simplificado, mas é muito didático, com sons e imagens. Ele apresenta as três notas básicas – DUMs, TAs, KAs- e como conseguir extraí-las. Depois dá sugestões de sequências e alguns ritmos e seus floreios.

É claro que quem quer realmente aprender a tocar vai precisar ter aulas. Mas se você sempre teve curiosidade de saber como o derbake produz cada um dos sons que você precisa marcar em um solo, vai se divertir com este site.

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