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Videoteca: Leila Karam

28 jan

Dona de poderosos camelos abdominais, escolhemos a Leila Karam para a videoteca desta sexta-feira.

Neste vídeo a vemos dançando uma música com um toque meio latino, mas mesmo assim clássica. Leila varia entre passos grandes e pequenos e sente a melodia junto com a batida da música. Importantíssimo saber mesclar cada parte. De vez em quando vemos uns movimentos mais fortes do jazz.

Veja + Videoteca aqui

Falahi

2 ago

Acredita-se que o ritmo Falahi (felahi, fallahi ou felahim) foi criado pelos camponeses egípcios, os falahims, e era tocado enquanto preparam a terra para a colheita ou durante o pastoril de cabras e camelos.

Características
Ele é um Maksoum acelerado e costuma aparecer em músicas clássicas, derbakes, para acelerar a melodia, e principalmente nos folclores ghawazee, falahi (mesmo nome do ritmo), que serão abordados em breve aqui no Cadernos e também na dança do jarro e das flores.

Composição
Ele tem o compasso 2/4. Puro ele fica assim: DUM TATA DUM TA. Muitos músicos gostam de brincar com este ritmo e ele acaba saindo assim: DUM TAKATA DUM KATAKA

Como treinar
Com os snujs, bata com as duas mãos para marcar o DUM, assim o toque sai mais forte, e uma outra para marcar o TA. Se preferir, pode intercalar as mãos. Como ele é curto, vale tentar tocar ele floreado. Para isso, basta tocar cada parte com uma das mãos que fica bem fácil.

Dica de passos

Como é um ritmo bem acelerado com batida marcante é mostrar que você sabe que é ele que está ao fundo. Brinque com marcações de quadril, tremidos e pernas. Movimentos muito elaborados com os braços podem ser deixados para outro ritmo. Esse é vivo demais para você não dar atenção a ele.

Ritmo retirado do Cd Jalilah’s Raks Sharki Vol 4

Veja + Ritmos
Masmoudi
Jerk
Maksoum
Bolero
Malfuf
Baladi
Ayub
Said

Amar Gamal

22 jul

Nascida em Cuba, Amar Gamal morou na Flórida quando era adolescente e com apenas 13 anos já dançava em uma companhia de dança do ventre chamada “Mid-Eastern Dance Exchange”, em Miami. Lá, ela foi aluna de Tamalyn Dallal (em breve no Cadernos). O talento da cubana aflorou e Amar Gamal foi a primeira bailarina a apresentar as técnicas da dança do ventre na New World School of the Arts (NWSA), escola tradicional de dança e artes perfomáticas. Foi aprovada e, durante sua permanência, aprendeu ballet, jazz, sapateado, flamenco e dança moderna.

Apesar de uma formação parecida com a da Jillina, Amar tem um estilo próprio. Quando não usa acessórios, sua dança quase não apresenta deslocamentos e seus movimentos são delicados, apesar de grandes. Sempre veremos tremidinhos, shimmis e camelos abdominais de tirar o fôlego, mas os braços ficam em posições mais básicas. É na música que encontramos toda a sua formação pluralista, tudo com uma pitada a mais de moderno: baladi, saidi, jerk e até fusões com andaluz e tecno. Quando tem derbake, não é nada tradicional.

Amar já ganhou duas vezes o “Miss America of the bellydance” e uma vez “Bellydance Break Beats”, premiações de São Francisco e Los Angeles, respectivamente. No Egito, já chegou ao segundo lugar do pódio no festival Ahlan Wa Sahlan.

Em 1998, co-fundou com Kaeshi o grupo Bellyqueen, em Nova Iorque, EUA. Esta companhia já viajou pelo país afora, passando por Canadá, Europa e Ásia. É o grupo que mais viaja, depois do Bellydance Superstars. Aliás, Amar foi escolhida como uma das seis solistas do grupo em 2002 e participou da gravação de cds e do dvd lançado em 2005, um show feito em Paris. Foi nesta época que ficou mundialmente famosa e passou a viajar o mundo ministrando aulas e seminários.

No vídeo, ela dança um baladi moderno.

Gostou dela? Assista outra apresentação no nosso canal no youtube.

Veja + Bailarinas
Tahia Carioca
Jillina
Fifi Abdo, a menina baladi
Petite Jamilla
Soraia Zaied

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