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Georgina

10 jan

Pouco conhecido no Brasil e, provavelmente, em outros países ocidentais, este ritmo turco, também conhecido como Yuryuna é um dos que o maestro Mario Kirlis mais gosta.

Caracteríticas
É mais longo do que ritmos mais conhecidos como o Said, Baladi, Maksoum, entre outros, pois trata-se de um ritmo de dez tempos. Pode ser tocado com o Dum na primeira ou na segunda marcação.

Composição
DUM TAK TAK DUM TAK TAK

Como tocar
Pegue seus snujs e faça como você sempre costuma tocar, fazendo as batidas com diferentes intensidades. Ouça a faixa selecionada abaixo, de um CD do músico Issam Houssam, do grupo Bellydancer Superstars para estudar o ritmo puro. Outra opção é assistir ao vídeo em que o rimo aparece sendo tocado em um alaúde.

Dicas de passos
O ideal é soltar a imaginação para marcar especialmente os contratempos. Para inspirar você, selecionamos um trecho do vídeo instrucional de Saida e Mario Kirlis e recomendamos que assista também a sua performance de “Raqsaida”, já que na segunda parte há um trecho de Georgina.

Veja + Ritmos aqui

Retrospectiva: Bailarinas

31 dez

Foram 27 divas da dança, que você pode amar, se descabelar quando vai no workshop, babar no teclado vendo vídeos no Youtube. Ou simplesmente achar a roupa vulgar, as carinhas exageradamente sofridas ou achar que as suas colegas de escola dançam muito mais.

Não importa o motivo, sempre temos algo a aprender com essas mulheres que fazem a história da dança do ventre. Do Brasil, duas participantes: Lulu SabongiSoraia Zaied.

Do grande time internacional e com mais tempo de carreira Azza SharifTahia CariocaSouhair Zaki, Samia Gamal, Nagwa FouadNaima AkefNadia GamalFifi AbdoFarida Fahmy. Também de terras orientais, as famosas Raqia HassanRanda KamelMona El SaidDinaAsmahan.

A América do Norte veio representada pelas representantes do grupo mais famoso de dança do ventre, o Bellydancer Superstars, Amar GamalAnsuyaPetite JamillaRachel BriceSonia e, claro, Jillina.

A onda latina chegou da Europa e da América do Sul com a espanhola Alika, a venezuelana Samira Hayek e as argentinas Angeles CayunaoRomina Maluf e Saida.

Em 2011 queremos divulgar a dança de outros países em mais biografadas. Aguardem!

Saida

16 dez

 

É difícil encontrar quem resista aos encantos da argentina Saida. Com seu estilo moderno e, ao mesmo tempo, sua postura clássica ela conquistou o mundo ao lado do músico Mário Kirlis e banda.

Sua forte presença na América do Sul, em especial por aqui, vai além da proximidade de fronteiras. Em geral, as brasileiras gostam da sua capacidade de dissociação corporal e da inventividade das coreografias, com muitos passos e poucas repetições.

Verônica Helou, filha de sírios, formou-se em Análise de sistemas pela Universidade de Palermo. Começou a dançar em 1983 e teve aulas com Olga Ferri, Ricardo Rivas, Rina Valver e Enrique Lomi. Em 1991 passou a ter aulas com o mestre Amir Thaleb, três anos depois, já tinha uma escola e, em 2002, formou o corpo de baile Rakkasah.

Entre arabesques e cambrês, movimentos muito utilizados pela bailarina, conquistou o mundo e entrou para o Bellydancer Superstars. Atualmente, está casada com Yami Announ, também bailarino, e mesmo gravidíssima apresenta-se com todo o charmoso barrigão de mãe.

“La reina”, como é chamada pelas fãs de sua terra natal, não costuma usar muitos acessórios e privilegia passos e jazz e balé clássico para deixar na dança do ventre a sua marca. Partes do corpo totalmente isoladas, quadril forte e alongamento absoluto são suas principais características. Tudo isso emoldurado por roupas diferentes, ricas em detalhes e que inspiram bailarinas de todos os lugares: modernas, com pouco ou nenhum bordado, trabalhadas com strass ou com as tradicionais franjas no cinturão.

Em entrevista para um site gringo, ela afirma que o mais importante quando dá aulas é informar seus alunos sobre a história, os ritmos e a técnica, pois não foram conhecimentos muitos explorados durante sua educação. O bate-papo é ótimo e recomendamos para quem arrisca no inglês.

Já em entrevista para a brasileira Renata Lobo, Saida afirmou que “as mãos devem ser as joias que embelezam a bailarina” e que é “difícil complementar a técnica com a expressividade”. Quanto a isso nós espectadores não temos dúvida de que ela é capaz, não é mesmo?

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