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Anasma

2 jun

Anasma é mais uma das bailarinas de dança do ventre que incorporou outros estilos à sua dança. Hip hop, salsa (que em breve veremos aqui), flamenco, jazz. dança africana, yoga e ainda mímica são as áreas que ela estudou muito antes de iniciar seus estudos na dança árabe.

Sua técnica de dançar é conhecida como “contadora de histórias”, ela vê a música como uma narrativa na qual ela desenvolve seus movimentos de forma cronológica. Ela faz isso porque acredita que a dança é a forma de expressão de si mesma mais pura que podemos encontrar e a maneira mais fácil de mostrar todas as nossas emoções.

Veja o vídeo de uma apresentação mais teatral:

Sua origem também é misturada. Metade turca e metade vietnamita, Asnama foi criada em Paris, na França. Vai ver que é por isso que para ela as fusão são bem mais fáceis de executar. Sua carreira iniciou cedo e desde 1997 se apresenta em festivais renomados, teatros, televisão, concertos pelo mundo afora.

Veja uma improvisação desta bailarina

Anasma tem a sua própria companhia de dança chamada Bellyqueen com a qual já lançou alguns dvds de shows e até instrutivos. Atualmente, é co-diretora da Conferência de Dança do ventre Teatral em Nova Iorque, juntamente com Ranya Renee, onde dirigem o espetáculo interativo: “Preparar, atenção e dançar!”

Quer ver mais? Acesse o site dela http://anasmadance.com/

Hip hop e dança do ventre

15 dez

Uma das fusões mais modernas com a dança do ventre e que remonta ao final dos anos 90 e início dos anos 2000 é a modalidade com hip hop, também chamada de “belly hop”. Achou interessante?

Saiba que antes de começar a se arriscar, você precisa de um bom preparo físico, em especial de alongamento das articulações e músculos dos membros superiores, muito utilizados em ondulações de mãos, braços e círculos de peitoral. Além disso, você deve ter conhecimentos consolidados sobre as duas modalidades.

É o caso da professora e bailarina Nalu D’Alessandro. “Sempre gostei de dançar, independente do tipo de dança. E como eu já tinha feito hip hop, fiz esta fusão.” Ela contou que fez tanto sucesso que foi convidada para ministrar workshops.

Em geral, nesta fusão são usadas músicas modernas, pop ou do próprio tribal. O vestuário também complementa. “Não há um padrão, já que é muito recente”, afirma a bailarina mineira, que já usou calças com cintos de metal, top de moeda, luvas e pulseiras de metal em suas apresentações.

São característicos os “passos ondulatórios como, por exemplo, o camelo, o reverso (camelo invertido ou egípcio)”, típicos da dança do ventre. Aqui, as semelhanças com outro estilo de fusão, o tribal, ficam ainda maiores. Já as paradinhas, ou “breaks” do hip hop também são usados aqui para marcar o ritmo com o corpo. O trabalho dos pés escorregadios no estilo “Moonwaker”, imortalizado por Michael Jackson também são usados.

A bailarina Anasma afirma em sua série de vídeos didáticos que ambas as danças compartilham do isolamento das partes do corpo e que isso é usado para que elas se comuniquem de forma orgânica.

É comum vermos performances que misturam tanto a música quanto os passos. Em outras utiliza-se a música típica do hip hop com movimentos da dança do ventre. Já algumas bailarinas fazem o oposto e capricham na dança do ventre enquanto o Beat Box rola solto ao vivo. Quer um exemplo, entre no YouTube e confira.

**Colaborou com este post: Nalu D’Alessandro – Profissionalizou-se na dança do ventre em 2007. Fez cursos e workshops com profissionais nacionais e internacionais, dentre eles: Romina Maluf (Argentina), Amar Gamal (EUA) e Kaeshi Chai (EUA). Desde 2008, integra a Cia Kalua Fusion. Atualmente ministra aulas na Escola de Danças Nanda Najla – Ventre e Fusão e faz faculdade de terapia ocupacional.

Veja + Fusões aqui

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