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Como fazer tacinhas de dança do ventre

3 nov

Uma solução para quem não pode comprar tacinhas prontas é botar a mão na massa e fazer as suas próprias. O princípio é o mesmo das velas decorativas. É uma opção bastante econômica, já que nas lojas os preços estão sempre lá em cima.
O primeiro passo é comprar taças de bebidas. Elas precisam ter o suporte curto, do tamanho suficiente para que a sua mão fique perfeitamente encaixada entre o pé e o fundo da taça. São baratas e podem ser encontradas em mercados.
Feito isso, derreta a parafina sólida em uma panela e leve ao fogo baixo, em banho-maria, mexendo sempre com uma colher de pau até derreter. Quando o líquido resfriar um pouco -não totalmente- coloque dentro da tacinha. A medida? Um pouco abaixo da metade.

O pavio deve ser inserido no centro da superfície quando a parafina já estiver quase no estado sólido. Tome cuidado para que a parafina não forme uma superfície reta, faça de forma que ela cubra as laterais da taça, fazendo uma concha e coloque o pavio no meio. Assim, quando acesa, ela terá um efeito luminoso muito mais bonito.

Se você preferir, pode utilizar gel transparente e misturar enfeites no meio. Mas o efeito da iluminação muda completamente! Outra opção é colorir a parafina com corante especial para velas. Neste caso, coloque o corante enquanto o líquido ainda estiver quente, antes de colocar na tacinha.
Pronto! Agora é só escolher uma música bem legal, estudar os movimentos específicos e soltar a imaginação. Leia nosso post e inspire-se!

Dicas:
– Quanto mais grosso o pavio, mais depressa queima. Quanto mais fino, menor a chama e queimará devagar.
– A tonalidade do corante fica mais clara na parafina quente do que ficará na fria. Cuidado na hora de escolher a cor.
– Prefira os pavios de algodão trançado, chamados de pavios quimicados. Outros modelos tendem a apagar facilmente.

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Fitas

29 set
Você conhece a fita usada na ginástica artística? Talvez você já tenha a visto em movimento nas mãos de um ginasta rítmico. Apesar de rara na dança do ventre, sempre há uma ou outra bailarina que quer inovar, usando-a como um acessório diferente.

Não se sabe ao certo quando elas foram inseridas na dança do ventre, mas é possível estimar que seja da época do início das fusões mais contemporâneas, ou seja, é uma inovação dos últimos anos. No entanto, a fita é um dos elementos utilizados na ginástica rítmica, esporte praticado desde a Primeira Guerra Mundial. Aos poucos, a ginástica incorporou a música e passos de dança e, em 1984, esta modalidade foi reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional e passou a figurar nos Jogos Olímpicos desde então.

As fitas são de cetim ou seda, podem medir até seis metros, como as deste esporte, e são presas a uma varinha de madeira, plástico ou bambu, com aproximadamente 50 cm. Também é chamada de estilete. Na ginástica olímpica a regra diz que devem ter entre quatro e seis centímetros de largura e não podem ter mais de 35g.

Na dança, as fitas são usadas em aberturas de grandes espetáculos de palco, simples ou em dupla. A técnica fundamental é mantê-la em contatnte movimento, criando desenhos no ar. Por exemplo, assim como os véus (tradicional, pói e fan), você pode girá-la em diversas direções, formando círculos e formas diversas. Também pode fazer pequenas ondinhas. Outro efeito legal é a espiral na vertical. Um passo bem bacana de fazer é o pivô, usando a fita para fazer oitos nas laterais do corpo.

As fitas podem ser monocromáticas, em degradê ou no estilo arco-íris, que sempre faz muito sucesso. Para ilustrar, selecionamos um vídeo das alunas do estúdio Meira El Nahid, com a coreografia Sol, apresentada no 2° Fest Ventre Guarujá. Acima, vocês também viram a bailarina Thalita Menezes, apresentando a música Tamil, composta por Mario Kirlis, com fitas e bengala. Nem precisa dizer que é preciso ter muita agilidade, força e coordenação para usar este acessório, não é mesmo?

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