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Zeibek

14 fev

Apesar de ter a mesma origem, o ritmo Zeibek é muito diferente do Karsilama. O Zeibek é usado pelos gregos e uma dança chamada Ziembeikiko, tradicional da Grécia e comumente apresentada por um homem dançando com um copo na mão simbolizando a dança do bêbado.

Esta dança também era conhecida como a dança do sofrimento da guerra, mas com o passar dos anos este sofrimento passou para o amor.

Características
É um ritmo mais lento que soa duas vezes como um ritmo básico, o maksoum por exemplo, de quatro tempos somados mais um tempo.

Composição
Composto por 9/4, ele aparece agrupado como 4+4+1.

DUM TA_TA DUM TA DUM TA_ TA DUM TA TA

Este último TA, dá aquela batida extra que torna este ritmo tão singular.

Como treinar
Com seus snujs, bata o dum com uma das mãos e o ta com a outra. Não esqueça que o símbolo “_” representa um pausa deste ritmo.

Dica de passos
Sequências de impacto costumam ser usadas ao dançar este ritmo ainda mais que a marcação final é dorte. Você pode brincar com deslocamentos ou marcações totais, parciais e até unitárias.

Mescle movimentos ondulatórios com batidas sem esquecer de trabalhar braços, peito e deslocamentos para evitar que os passos fiquem presos ao quadril.

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Konga

7 fev

Características
O ritmo Konga (conga masri) é mais conhecido na América do Sul. É envolvente e costuma aparecer para dar um teor mais forte e marcante na música árabe.

Composição
É um ritmo 4/4 com dois DUM e dois Ta. Sua forma mais pura aparece assim:

DUM ta DUM ta _ (este _ indica o silêncio do terceiro tempo).

Em floreios, pode aparecer assim: DUM TAKA _TAKA DUM_TAKATA

Como treinar
Pegue seus snujs e com as duas mãos bata para marcar o DUM. Varie com a direita e a mão esquerda para fazer os TA e os KA. Se quiser tocar o ritmo puro, você pode bater com uma mão o DUM e a outra o TA. Mas não esqueça de dar sempre mais ênfase ao acorde do DUM.

Dica de passos
Eis um ritmo que dá para brincar muito com toques árabes. Para facilitar as ideias de movimentos, encotramos o vídeo da bailarina Saida dançando o Conga Masri.

Veja + Ritmos aqui

Rush

31 jan

Em todos os ritmos que estudamos encontramos o famoso “floreado”, modo que o derbakista pode brincar com a base de um ritmo puro. Muitas vezes é isso que dificulta o reconhecimento do ritmo quando escutamos uma música, mas nada como ouvir muito para saber diferenciar.

Pensando nisso, fomos pesquisar se existia o floreado puro. E existe. Ele chama RUSH. Sem contagem alguma e com aceleração ao gosto do derbakista, este floreio natural causa grande impacto na música. É aqui que o entrosamento entre bailarina e músico é revelado. Se não há sincronia, fica horrível.

A ideia é que a bailarina toque com o corpo o que está ouvindo e normalmente o que aparece do som do derbakista é o seguinte:

Tarrrrrrrrrrrrrrrrrrrr….Karrrrrrrrrrrrr….

Sem a presência do Dum, é mais uma brincadeira do músico.

Se você acha que nunca ouviu, procure por músicas, em especiais os derbakes, que terminam com os famosos tremidinhos do derbake. Eis o rush.

Dica de passos? Tremidinhos, tremidinhos, tremidinhos….muito bom para soltar o quadril.

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