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Antonella Rodrigues

19 maio

A biografada de hoje é uma bailarina menos conhecida por aqui, mas que também é um sucesso. A argentina Antonella é mais uma filha do estilo argentino de dançar, mas consegue aliar a isso a sua própria personalidade – que é um dos grandes segredos de uma boa bailarina.

Antonella Rodrigues começou a dançar em 2004, fazendo aulas com Aziza Román. Cerca de quatro anos depois entrou para a escola da Saida, onde teve oportunidade de fazer parte do corpo de baile Rakkasah. Em 2008, também se formou como professora. Acha pouco?

No ano seguinte, mais uma conquista. Ingressou como professora na escola de Yamil Annum. Atualmente, acompanha o maestro Mario Kirlis e orquestra, fazendo turnês mundiais e em gravações de DVDs instrutivos. Falando nisso, no website da bailrina está prevista uma turnê no Brasil que começa no dia 20 de maio, amanhã!

Suas performances são expressivas. Do balé e do estilo dançado na Argentina, incorporou a postura alongada, arabesques e cambrês. Mas você pode notar que a interpretação de Antonella não acaba por aí. Uma de suas marcas é que ela também interage com o público, fazendo uma dança menos voltada para si e para a dança e mais para a plateia. Há quem ache isso bom e há quem não goste.
E você o que acha?

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Didem

28 abr

A bailarina truca de descendência italiana Didem Kinali, conhecida mais por Didem, começou a dançar ainda criança por influência da sua mãe, Tulay, que também era bailarina e de seu pai, Zeki Kinali, que toca derbake.

O irônico é que Didem não aprendeu com a mãe, mas sim com Sema Yildz. Didem afirma que o que aprendeu com a mãe foi tocar snjus e nada mais.

Em seus primeiros cincos anos na dança do ventre, Didem dançava em shows de um local conhecido como Jantar do Sultão em Istambul.

Sua dedicação era tanta para a dança que largou o estudos ainda na terceira série (hoje o segundo ano do ensino fundamental).

Teve épocas em que ela gastava mais de 18 horas treinando por dia.

Antes mesmo de entrar na adolescência, ganhou diversos prêmios e passou a ser reconhecida quando participou de programas de TV em seu país.

Ela continuou dançando no jantar até ser dispensada em 2008. Foi o momento em que esta bailarina resolveu voltar à escola e hoje ela pretende até fazer faculdade.

Sua dança é marcada principalmente pelo seu sorriso. Sua expressão costuma ser mais alegre e tranquila.

Didem impressiona com a sua flexibilidade. Seus passos apresentam fusões com o Cha-Cha, samba e muitas vezes vemos influências indianas.

Atualmente ela é bailarina permanente do progama “Ibo Show” e ao procurar vídeos de suas apresentações, 90% estão neste programa.

Quer ver mais vídeos dela? Acesse o site

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Lucy

24 mar


É muito difícil encontrar informações sobre esta bailarina egípcia, que até hoje faz apresentações no Cabaré Parisiana, casa de propriedade do seu marido, no Cairo. Nasceu em uma família humilde e ficou famosa pela dança e por sua carreira de atriz de cinema e televisão.
Era muito elegante, com movimentos controlados e técnica bem desenvolvida, influência das aulas de balé clássico que fazia na infância.
Em entrevistas, ela afirma que quando conheceu Naima Akef, Samia Gamal e Tahia Carioca, descobriu que a dança ia muito além do que ela imaginava.

 

Foi amarrando um pedaço de tecido em torno do quadril que ela iniciou seu trajeto na dança do ventre. Repare como ela usa os braços e postura alongada, com muitos arabesques. Os movimentos são curtinhos e suaves, independente de serem tremidinhos ou batidas. Falando em shimmies, assista esta apresentação da bailarina e note como são delicados.


Lucy também representou parte da cultura egípcia no documentário Cairo Unveiled, exibido pela National Geographic, em 1996. Veja um trecho aqui.

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