Arquivo | novembro, 2010

Cítara

30 nov

De origem grega, cítara (sitar, kithaar,qitara, kithara. kaithaar, cithara ou qhitara) é um instrumento de cordas que parece metade guitarra e metada harpa. Ele possui a estrutura do dorso da guitarra atual que lembra uma harpa por causa da disposição das cordas.

Era muito comum na região da Ásia menor e os músicos que o tocavam eram chamados de citharedes. A sua caixa de madeira é composta por cavidades, lisas ou arqueadas, que fazem a ressonância do som. Além disso, possui “costelas” no centro ou nas laterais que ligam as cordas, que podem ter seu número variado, ao topo e dão sustentação ao instrumento.

As cordas ficam presas sobre essas barras com pinos e na outra extremidade há uma pequena corda que chamam de cauda, usado para tocar. Pode ser tocado com os dedos ou uma palheta rígida.

A cítara era muito tocada em recitais, rapisódias, odes e músicas euruditas, mas também era encontrada em banquetes da alta sociedade. Diz a lenda que as ninfas dançavam ao som deste instrumento e deve ser por isso que foi incorporado à dança do ventre.

Aqui, ela costuma aparecer em taqsins ou entradas de músicas. Os passos geralmente envolvem movimentos com tremidos muito bem sincronizados com a melodia deste instrumento.

Assista ao vídeo e saiba mais sobre como tocar este instrumento que já ganhou novos formatos como a atual guitarra.

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Nawary

29 nov

Na semana passada estudamos um ritmo essencial para se dançar o dabke. Mas como quase toda música árabe não é feita de um ritmo só, vamos ver como outro ritmo aparece em peso nesta modalidade de dança: o nawary.

Nawary ou Tabl surgiu pela primeira vez nas províncias da Síria e do Líbano e é caracaterizado como um ritmo da família baladi muito utilizado no Egito ainda mais em solos de derbake.

O seu nome diferente é por causa dos ciganos Nawar, conhecidos por serem um dos povos que mais influenciaram a música árabe.

Características
Sua estrutura é bem marcada e cada vez que ouvimos o Dum é quase impossível não lembrar da dança dabke, que estudaremos em breve aqui no Cadernos.

Composição
É um ritmo 4/4, possui dois DUM, dois TAKA e um TA. Ao contrário de muitos ritmos desta composição sua frase inicial começa com TAKA.

TAKA DUM TAKA DUM TA. Parece um baladi mais animado, não? Por isso, preste atenção para não confundir, ainda mais que muitos derbalkistas adoram floreiar o nawary.

TA KATADUM TAKA TAKATAKA e ainda pode ser tocado como TA KATADUM DUM TAKATAKA, ao ser combinado com o ritmo wahda.

Como treinar
Pegue seus snujs e mãos a obra! Com as duas mãos, marque os DUM e separe entre direita e esquerda os TA e os KA.Se preferir (e se tiver), experimente tocá-lo com o adufe ou até mesmo com o derbake.

Dica de passos
Não vamos entrar em muitos detalhes porque vamos estudar o dabke em breve, mas pulinhos, chutes e giros são os passos mais usados. Você pode pular na hora dos DUMs e chutar nos TA e KA, ou até mesmo girar dentro deste ritmo 4/4. O importante é manter aquele sorriso no rosto e se divertir.

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Evento: Ventremania

27 nov

A quinta edição do Festival de Dança do Ventre Ventremania contará com a participação de Mounir Ghazal ao vivo. Quem está se profissionalizando poderá participar dos concursos nas categorias infantil, juvenil, amador, profissional, dupla e grupo.

Para se inscrever e consultar o regulamento, encaminhe um e-mail para anagborges@yahoo.com.br ou acesse o site oficial e pague a taxa de inscrição (que vale como convite). O nome dos jurados será divulgado na data do evento.

Com quem? Ana Claudia Borges e Grupo e Suellem
Quando? 05/12 (domingo), às 14h
Onde? Centro de Eventos Pedro Bortolosso. Avenida Visconde de Nova Granada, 11, Km 18 – Osasco.
Quanto? R$ 10,00 (antecipado) ou R$15,00
Mais informações: 8261-6516 / 7749-7213

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