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Konga

7 fev

Características
O ritmo Konga (conga masri) é mais conhecido na América do Sul. É envolvente e costuma aparecer para dar um teor mais forte e marcante na música árabe.

Composição
É um ritmo 4/4 com dois DUM e dois Ta. Sua forma mais pura aparece assim:

DUM ta DUM ta _ (este _ indica o silêncio do terceiro tempo).

Em floreios, pode aparecer assim: DUM TAKA _TAKA DUM_TAKATA

Como treinar
Pegue seus snujs e com as duas mãos bata para marcar o DUM. Varie com a direita e a mão esquerda para fazer os TA e os KA. Se quiser tocar o ritmo puro, você pode bater com uma mão o DUM e a outra o TA. Mas não esqueça de dar sempre mais ênfase ao acorde do DUM.

Dica de passos
Eis um ritmo que dá para brincar muito com toques árabes. Para facilitar as ideias de movimentos, encotramos o vídeo da bailarina Saida dançando o Conga Masri.

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Saida

16 dez

 

É difícil encontrar quem resista aos encantos da argentina Saida. Com seu estilo moderno e, ao mesmo tempo, sua postura clássica ela conquistou o mundo ao lado do músico Mário Kirlis e banda.

Sua forte presença na América do Sul, em especial por aqui, vai além da proximidade de fronteiras. Em geral, as brasileiras gostam da sua capacidade de dissociação corporal e da inventividade das coreografias, com muitos passos e poucas repetições.

Verônica Helou, filha de sírios, formou-se em Análise de sistemas pela Universidade de Palermo. Começou a dançar em 1983 e teve aulas com Olga Ferri, Ricardo Rivas, Rina Valver e Enrique Lomi. Em 1991 passou a ter aulas com o mestre Amir Thaleb, três anos depois, já tinha uma escola e, em 2002, formou o corpo de baile Rakkasah.

Entre arabesques e cambrês, movimentos muito utilizados pela bailarina, conquistou o mundo e entrou para o Bellydancer Superstars. Atualmente, está casada com Yami Announ, também bailarino, e mesmo gravidíssima apresenta-se com todo o charmoso barrigão de mãe.

“La reina”, como é chamada pelas fãs de sua terra natal, não costuma usar muitos acessórios e privilegia passos e jazz e balé clássico para deixar na dança do ventre a sua marca. Partes do corpo totalmente isoladas, quadril forte e alongamento absoluto são suas principais características. Tudo isso emoldurado por roupas diferentes, ricas em detalhes e que inspiram bailarinas de todos os lugares: modernas, com pouco ou nenhum bordado, trabalhadas com strass ou com as tradicionais franjas no cinturão.

Em entrevista para um site gringo, ela afirma que o mais importante quando dá aulas é informar seus alunos sobre a história, os ritmos e a técnica, pois não foram conhecimentos muitos explorados durante sua educação. O bate-papo é ótimo e recomendamos para quem arrisca no inglês.

Já em entrevista para a brasileira Renata Lobo, Saida afirmou que “as mãos devem ser as joias que embelezam a bailarina” e que é “difícil complementar a técnica com a expressividade”. Quanto a isso nós espectadores não temos dúvida de que ela é capaz, não é mesmo?

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